Transformação cultural: como criar uma cultura de segurança sustentável
Essa usina sucroenergética é um grupo agroindustrial brasileiro com atuação global, operando múltiplas unidades de produção e atendendo mais de 60 países em um ambiente de alta complexidade e risco.
O desafio
Mesmo com avanços nos indicadores de segurança, os resultados operacionais da usina não se sustentavam ao longo do tempo. Havia um efeito de retrocesso: melhorias pontuais eram seguidas por regressões, revelando lacunas de consistência na gestão dos riscos no dia a dia.
A atuação ainda era reativa, sem tratamento estruturado de desvios, e a liderança não operava com rotinas e disciplina suficientes em uma gestão sistêmica dos riscos. Assim, a maturidade da cultura de segurança evoluía abaixo do necessário para suportar a complexidade das operações.
A solução
Em parceria com a dss+, estruturou-se um programa de transformação de 5 anos, implementado em fases, para integrar segurança à rotina operacional e ao modelo de gestão.
O foco foi fortalecer a atuação da liderança na linha de frente, com governança clara, capacitação prática e padronização de rotinas críticas. Processos essenciais, como identificação de perigos e análise de riscos, foram revisados e incorporados ao dia a dia da operação, apoiados por um modelo contínuo de monitoramento e evolução.
Com isso, a segurança deixou de ser um tema paralelo e passou a funcionar como um mecanismo que impulsiona o desempenho corporativo.
Impacto real
- 55% de Redução total de incidentes registrados
- 90% de Redução na taxa de frequência de acidentes com afastamento
Ponto de virada
“O que muda não são os indicadores, mas a forma de operar. Quando a liderança passa a atuar de forma estruturada e próxima da operação, os riscos são tratados antes de se materializarem, e os resultados se tornam sustentáveis.”
- Matthew John Govier, Diretor de Indústrias, América Latina, dss+